As vezes quando achamos que seremos felizes, que finalmente encontramos algo que pelo menos afogue as magoas vividas, vem uma tempestade no céu da vida, e alaga todas as nossas expectativas .
Ai ao entrar em nossos próprios sentimentos nos deparamos com algo inrreconhecivel que antes não acreditávamos existir, logo ao nos surpreender começamos a nos perguntar, mais na incerteza sabemos que são perguntas sem respostas, sem sentido talvez, mais como saber, se até a vida nos restringe de algo que eu não sei porque a própria tem receio de nos mostrar.
Ai vem o tempo, que todos acreditam ser o sol depois de uma tempestade, dizem que nele “o tempo” encontramos consolo, afagos vitalícios, novas esperanças, e talvez até uma nova razão para esperar na imensidão de algo sem fim.
E quando nos lembramos que somos meros mortais ávidos na solidão da eternidade, algo a mais nos toca, algo que nos faz sentir além do que acreditávamos ter vivido, algo que nos faça de certa forma acordar de um sono profundo vazio e escuro, e ao despertar, uma serie de anseios, vontades, domina a nossa alma adormecida, que por tempos pareciam ser inalcansaveis .
É como se um vulcão acordasse e derramassse suas quentes e incontroláveis larvas depois de muitos anos,
comenta ai gente...
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